Norris foi apontado como um dos pilotos mais prejudicados pela entrada do Virtual Safety Car. Na visão dele, “corridas deveriam ser definidas por desempenho e escolhas estratégicas”, em crítica ao peso que uma neutralização desse tipo pode ter no desfecho de uma prova.
Stella defende aplicação da regra atual
Stella adotou tom diferente ao comentar o episódio. Segundo o chefe da McLaren, a atuação da direção de prova seguiu o regulamento disponível no momento. “Eles fizeram um bom trabalho de acordo com o que está estabelecido atualmente”, disse.
O dirigente acrescentou que esse tipo de decisão não entra no campo de interpretação sobre o impacto esportivo da corrida. “Mas isso não está sob a jurisdição do diretor de prova”, afirmou Stella, ao tratar das decisões tomadas durante o VSC.
De acordo com a avaliação apresentada por ele, a prioridade da direção de prova deve ser identificar se há condições para acionar ou encerrar o procedimento, sem considerar se a intervenção poderá beneficiar ou prejudicar um piloto em termos de estratégia ou posição de pista.
Proposta prevê tempo mínimo de VSC
Apesar de defender a condução do caso dentro da regra atual, Stella reconheceu que o tema merece uma discussão mais ampla. Entre as ideias em debate, está uma proposta para que o Virtual Safety Car seja mantido por pelo menos uma volta completa depois de sua ativação.
O Virtual Safety Car é o procedimento usado para reduzir a velocidade dos carros em determinadas situações, sem a entrada do safety car físico na pista. A proposta de duração mínima aparece como uma das alternativas em discussão após a repercussão do episódio no GP da Espanha.
































