Kimi Antonelli segue à frente na classificação, com 83 pontos contra 77 de Norris. O piloto da Mercedes também continua como o maior vencedor do ano, com oito triunfos até aqui. Mesmo sem ser o piloto que mais pontuou nas quatro corridas mais recentes, Norris foi quem mais chamou atenção pelo salto de rendimento e pela regularidade nesse recorte.
Norris concentrou quase 80% dos pontos da McLaren no período
As últimas quatro provas foram disputadas em Hungria, Holanda, Itália e Espanha, e em todas elas Norris esteve entre os quatro primeiros na bandeirada. No mesmo intervalo, ele largou na frente na Hungria, em Zandvoort e no Madring, consolidando uma presença constante nas primeiras posições do grid.
O peso do desempenho aparece também na pontuação da McLaren. Norris foi responsável por praticamente 80% dos pontos da equipe nas últimas quatro corridas, um índice que ajuda a dimensionar o tamanho de sua contribuição no momento recente. Ainda assim, a vantagem coletiva segue com a Mercedes, que somou 132 pontos nesse período, contra 99 da McLaren.
Esse contraste ajuda a explicar por que o crescimento de Norris ainda não se traduziu em liderança no Mundial. A fase do piloto melhorou de forma clara, mas Antonelli continua à frente e a Mercedes mantém produção mais forte no campeonato de construtores nesse mesmo recorte.
Regra do VSC entrou no debate após corrida em Madrid
Um dos episódios mais relevantes dessa sequência aconteceu em Madrid. O VSC foi acionado no momento em que Norris tinha acabado de passar pela entrada dos boxes, circunstância que interferiu diretamente na corrida e abriu discussão sobre o procedimento adotado.
Ao comentar o caso, Norris disse que a reação foi de incômodo com a situação, sem transformar o episódio em acusação. “Fiquei frustrado, mas não senti necessidade de apontar o dedo para ninguém”, afirmou.
O piloto também defendeu que o tema seja reavaliado. “É importante discutir mudanças nas regras do VSC”, declarou Norris sobre o que ocorreu na prova em Madrid.