O julgamento está marcado para 1º de fevereiro de 2027. Na fase mais recente do caso, a Joe Gibbs Racing pediu à Justiça o adiamento de vários prazos do pré-julgamento, alegando que ainda precisa fazer trabalho adicional a partir de documentos obtidos durante a fase de descoberta de provas.
Pedido de adiamento abriu nova disputa entre as partes
Ao justificar a solicitação, a JGR atribuiu a necessidade a uma decisão anterior do juiz David Keesler. Em manifestação no processo, a organização afirmou: “A necessidade surge da ordem de 7 de outubro de 2026 do juiz David Keesler”.
A resposta da Spire foi na direção oposta. A equipe disse que a Joe Gibbs Racing está retendo documentos que já tinham produção determinada pela Justiça e contestou o momento do pedido de prorrogação. Em sua manifestação, a Spire afirmou: “Há apenas quatro dias — depois do encerramento da fase de produção de provas sobre os fatos…”.
Entre os pontos citados nas alegações da JGR estão contratos com a Toyota Racing Development, incluídos no escopo da disputa judicial. O processo gira em torno de pedidos e trocas de documentos, com divergência entre as partes sobre o que ainda precisa ser entregue e analisado antes do julgamento.
Decisão recente manteve datas centrais do calendário
Em decisão mais recente, a juíza Susan C. Rodriguez atendeu parcialmente aos pedidos dos dois lados e ajustou o cronograma do caso. A fase de descoberta pericial precisa ser concluída até 2 de novembro de 2026.
As moções de julgamento sumário devem ser protocoladas até 9 de novembro. As respostas a esses pedidos têm prazo até 23 de novembro, enquanto as réplicas precisam ser apresentadas até 1º de dezembro.
A juíza também estabeleceu limite de 60 páginas para os documentos relacionados aos depoimentos de testemunhas especialistas, com prazo até 16 de novembro de 2026. Essas definições mantêm o processo em andamento para a data de julgamento já marcada para fevereiro de 2027.