“Se você cuidar da sua condição física e mantiver uma motivação forte, dá para prolongar a carreira por muito tempo”, afirmou Sainz. Em seguida, ao ser perguntado sobre a própria permanência na categoria, foi direto: “Neste momento, sim. Acho que vou ficar na Fórmula 1 pelo máximo de tempo que eu puder.”
Sainz cita veteranos e aponta exigência do calendário atual
Ao tratar de longevidade na categoria, Sainz mencionou exemplos como Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Nico Hulkenberg. A avaliação dele é de que uma trajetória mais longa segue sendo possível na F1 atual, embora o contexto do campeonato imponha uma carga maior aos pilotos.
Entre os fatores citados por Sainz estão as 24 corridas do calendário e os compromissos extras fora da pista, como atividades de marketing e de mídia. Esse conjunto, segundo ele, faz parte do desgaste de uma temporada, mas não altera sua disposição de continuar competindo.
Referência em casa e contraste com debate sobre aposentadoria
Sainz também recorreu a um exemplo dentro da própria família ao falar sobre carreira longa. O pai, Carlos Sainz, venceu o Rally Dakar há dois anos aos 63 anos, referência que apareceu na conversa sobre manter rendimento competitivo por mais tempo.
Mesmo reconhecendo a intensidade da rotina na F1, o piloto disse que continua satisfeito com a escolha profissional. “Quando vou dormir à noite, lembro a mim mesmo que não trocaria tudo isso por nada no mundo”, declarou.
O tema da permanência dos pilotos no grid também apareceu recentemente em outro caso de destaque. Max Verstappen chegou a considerar a aposentadoria durante negociações com a Red Bull, antes de renovar com a equipe até o fim de 2030.