A Williams perdeu desempenho com a adaptação às novas regras da Fórmula 1. Depois do GP da Holanda, o próprio Sainz resumiu o momento ao dizer que a equipe hoje consegue superar apenas a Cadillac no grid. “Neste ano, ficamos abaixo das nossas expectativas”, afirmou o piloto da Williams.
Sainz cita projetos em andamento e mudanças dentro da equipe
Ao justificar por que decidiu permanecer, Sainz disse que olha além do resultado imediato na pista. Segundo ele, há uma série de projetos sendo tocados nos bastidores da Williams, além da chegada de novas pessoas para reforçar a estrutura da equipe.
“Quero ficar aqui e atingir juntos as metas que definimos há dois anos”, disse Sainz. Em outra declaração, o espanhol afirmou que não faz parte de seu perfil abandonar um time justamente no pior momento e acrescentou: “Tenho confiança no James [Vowles] e na direção”.
Entre as mudanças estruturais já em curso está a contratação de Michael Manning para o cargo de engenheiro-chefe de engenharia de pista. Sainz também indicou que quer participar diretamente da reconstrução da Williams, em vez de trocar de caminho neste momento.
Queda após 2025 não muda foco no próximo ciclo
A decisão de seguir com a equipe vem depois de um contraste claro entre as duas temporadas. Sainz terminou 2025 com dois pódios, mas viu a Williams andar para a parte de trás do grid após a entrada do novo regulamento em 2026.
Mesmo nesse cenário, o piloto tratou o próximo passo como prioridade. “Para mim, o mais importante é o ano que vem”, afirmou, ao explicar por que considera 2027 um ano fundamental para a reação da equipe. Sainz também disse que quer voltar a vencer o quanto antes.
A permanência, portanto, foi fechada em meio a uma fase de baixa de performance, mas com a leitura de que o processo interno da Williams ainda está em andamento e deve ganhar peso com a continuidade das mudanças já iniciadas na estrutura técnica da equipe.