Ao fazer um balanço da campanha, Russell afirmou que o resultado não passou apenas por fatores externos. “Eu ficava acordado à noite pensando na minha falta de desempenho”, disse o piloto da Mercedes. Em outro momento, resumiu o sentimento sobre o ano: “Essa temporada simplesmente não era para ser. Não estou amargurado com isso.”
Diferença caiu após o GP da Inglaterra, mas voltou a crescer
A desvantagem de Russell para Antonelli já havia sido de 70 pontos em um momento da temporada. Depois do GP da Inglaterra, essa diferença caiu para 25 pontos, recolocando os dois mais próximos na classificação. Nas etapas seguintes, porém, o cenário voltou a mudar até a margem atual de 102 pontos.
Russell também citou o GP do Azerbaijão como um dos pontos difíceis de sua campanha. A temporada ainda teve um revés em Singapura, quando ele recebeu uma punição no grid de largada por troca de unidade de potência, situação que atrapalhou sua recuperação no campeonato.
Russell divide avaliação entre azar e rendimento abaixo
Ao comentar a sequência de problemas e resultados, Russell evitou atribuir o campeonato a um único motivo. “Por mais que eu tenha sido prejudicado pela falta de sorte, também houve momentos em que meu desempenho ficou abaixo”, afirmou.
A avaliação do piloto ganha peso pelo tamanho da virada interna na Mercedes ao longo do ano. Mesmo depois de reduzir a diferença para 25 pontos após o GP da Inglaterra, Russell não conseguiu manter a reação e viu Antonelli retomar o controle da disputa.
Aos 28 anos, Russell encerra esse recorte da temporada admitindo que houve corridas em que não entregou o nível esperado, enquanto Antonelli chega à próxima etapa com a chance de confirmar matematicamente o campeonato caso converta a vantagem atual na classificação.
































