Na seleção feita antes por Ecclestone, os cinco escolhidos eram Alain Prost, Ayrton Senna, Michael Schumacher, Niki Lauda e Jochen Rindt. Segundo Bach, a revisão agora não seria apenas para incluir Verstappen entre os cinco, mas para levá-lo diretamente ao primeiro lugar.
“Ele quer corrigir isso; quer revisar a lista e colocar Max Verstappen no topo”, afirmou Bach ao comentar a mudança de opinião de Ecclestone.
A reavaliação acontece com Verstappen acumulando quatro títulos mundiais conquistados entre 2021 e 2024, além de 73 vitórias e 136 pódios na carreira. Esses números formam o pano de fundo da nova leitura de Ecclestone sobre o lugar do piloto na história da categoria.
Ecclestone já havia aproximado Verstappen de Schumacher
A mudança de discurso não surge de forma isolada. Depois do GP de São Paulo de 2024, Ecclestone já havia comparado Verstappen a Michael Schumacher, outro nome presente em sua lista original de maiores pilotos da F1.
Além da discussão histórica, o ex-dirigente também fez uma projeção sobre o desempenho de Verstappen no cenário técnico mais recente da categoria. Na visão de Ecclestone, o piloto teria uma vantagem clara sobre os rivais sob o regulamento de 2026.
Segundo Ecclestone, Verstappen seria “meio segundo” mais rápido do que os adversários com as regras de 2026. A fala foi feita no contexto de uma expectativa de diferença significativa de performance para o piloto.
Mudança na engenharia de Verstappen para as próximas temporadas
O noticiário em torno de Verstappen também inclui uma alteração na estrutura de trabalho do piloto. Tom Hart será o engenheiro de corrida de Verstappen a partir de 2027.
Antes disso, Hart já vai assumir a função em três corridas de 2026, antecipando a transição na engenharia ao lado do tetracampeão.