O alerta veio depois de um dia em que Charles Leclerc terminou na frente nas duas sessões e mostrou competitividade com compostos diferentes. No Treino Livre 2, o piloto da Ferrari marcou 1min17s827 com o C5 e liderou a tabela, à frente de Lando Norris, com 1min17s930, e George Russell, com 1min17s933.
Desgaste apareceu nos compostos mais macios
Simone Berra, engenheiro-chefe da Pirelli, afirmou que o comportamento da pista foi melhor do que o esperado, mas os dados de durabilidade chamaram atenção. “As condições da pista se mostraram melhores do que o esperado”, disse. Ao mesmo tempo, ele ressaltou: “Os dados indicam um nível significativo de degradação para ambos os compostos mais macios.”
A fabricante também registrou graining localizado no pneu dianteiro esquerdo, embora com sinais de redução entre uma sessão e outra. Sobre esse ponto, Berra afirmou: “Esperamos que esse fenômeno diminua ainda mais ao longo do fim de semana.”
Diferença entre Médios e Macios foi de cerca de oito décimos
Além do desgaste, a sexta-feira mostrou uma separação de desempenho de cerca de oito décimos entre os pneus Médios e Macios. Norris e Russell fizeram suas simulações com o C5, enquanto Leclerc registrou seu melhor desempenho em simulação com um jogo de Médios C4, um dado relevante para a leitura de ritmo em stints mais longos.
Ao longo do dia, os pneus Macios C5 acumularam 2.298 km, os Médios C4 somaram 1.898 km e os Duros C3 registraram 1.162 km. No Treino Livre 2, a temperatura ambiente ficou perto de 26°C, com o asfalto a 34°C, condições que entraram na análise da Pirelli para definir o panorama de desgaste e as opções de estratégia para a corrida.