Na avaliação de Chandhok, a Cadillac deveria olhar primeiro para o que Lawson entregou na pista. Ao tratar do cenário para 2027, o ex-piloto questionou: “Se você é a Cadillac e Liam Lawson está livre no mercado, você o escolhe em vez de Colton Herta?”
Bernie Collins, ex-estrategista da McLaren e hoje comentarista, também elogiou a temporada de Lawson. Segundo ela, o piloto “fez um trabalho muito impressionante com a Racing Bulls neste ano”. A análise coincide com o peso dos resultados do neozelandês dentro da pontuação total da equipe.
Debate envolve Herta e a exigência da superlicença
O nome de Colton Herta aparece diretamente nessa discussão porque a Cadillac tenta ajudá-lo a alcançar os 40 pontos exigidos para a superlicença da FIA. Chandhok, porém, entende que o critério esportivo deveria prevalecer se Lawson realmente chegar ao mercado.
A comparação entre os dois pilotos surge mesmo sem uma vaga oficialmente aberta na Cadillac. Valtteri Bottas tem contrato com a equipe para 2027, enquanto a situação do outro assento segue indefinida.
Possível saída da Racing Bulls abre novo cenário
O movimento depende do que a Red Bull decidir fazer com Lawson. A marca considera a possibilidade de liberá-lo para promover Nikola Tsolov, que terminou em segundo lugar na Fórmula 3 na temporada passada.
Chandhok criticou a hipótese de Lawson perder espaço depois da temporada que vem construindo na Racing Bulls. Para ele, “seria injusto tirar Lawson da Racing Bulls”.
Com 63 pontos somados por Lawson em um total de 102 da Racing Bulls, a discussão sobre o futuro do piloto passou a envolver não apenas a estrutura da Red Bull, mas também equipes que ainda analisam a formação para 2027. A Cadillac, por sua vez, segue trabalhando para viabilizar a situação de Herta junto aos requisitos da FIA para a superlicença.