Na frente do grid, Lewis Hamilton larga da pole-position pela Ferrari, com George Russell em segundo. Charles Leclerc e Kimi Antonelli dividem a segunda fila para a prova deste domingo.
Pirelli vê melhor cenário com Médios e Macios
Simone Berra, engenheiro-chefe da Pirelli, disse que a tendência é de favorecimento aos compostos mais macios no México. “Tudo está em aberto, mas acreditamos fortemente que utilizar os compostos mais macios será a melhor opção”, afirmou.
Além do caminho com largada de Médios e stint final com Macios, a Pirelli também aponta como alternativa começar de Macios e trocar para Médios entre as voltas 30 e 36. O undercut é tratado como uma arma importante para a corrida, o que pode antecipar movimentos de quem estiver preso no tráfego ou tentando ganhar posição na janela de pit stops.
Duro perde força, e Safety Car pode mexer no plano
O composto Duro, identificado como C3, aparece como a opção menos indicada nas projeções da fabricante. Berra explicou que esse pneu tende a sofrer para entregar rendimento consistente. “Acreditamos que o C3 terá dificuldades em termos de desempenho e de manutenção da consistência”, disse.
Outro fator relevante para a estratégia é o histórico recente da prova: 60% das corridas entre 2018 e 2025 tiveram Safety Car. Em condição normal, a perda estimada em uma parada é de 21,8 segundos, mas esse número cai para cerca de 12 segundos com o pelotão neutralizado, o que pode abrir espaço para mudanças de plano durante a corrida.
Disponibilidade de pneus novos também separa o cenário entre os pilotos
A quantidade de jogos novos pode influenciar a escolha de cada equipe. Hamilton, Russell e Isack Hadjar não têm pneus Macios novos disponíveis, enquanto Oscar Piastri chega à corrida com três jogos novos desse composto. A expectativa é de pista seca, com temperatura ambiente de 27°C, embora a aderência possa mudar ao longo da prova.































