Antonelli chega a esse debate depois de conquistar o campeonato aos 20 anos. Com a taça, ele se tornou o primeiro italiano campeão da Fórmula 1 desde Alberto Ascari, em 1953. O título foi confirmado no GP da Cidade do México e também colocou o jovem como o quarto campeão da Mercedes.
Relação com Wolff pesa no cenário
Schumacher relacionou essa possibilidade de futuro à ligação próxima entre o piloto e Toto Wolff. Além de chefiar a Mercedes, Wolff é patrocinador pessoal de Antonelli, um vínculo que ajuda a explicar a dimensão da reação do dirigente ao título do italiano.
“As emoções do Toto Wolff foram incríveis”, disse Schumacher. Na mesma análise, ele afirmou que o chefe da Mercedes pode acabar aceitando uma eventual saída do piloto: “Acho que ele também vai perceber que precisa deixá-lo ir”.
As declarações surgem num momento em que Antonelli passou a ocupar um novo patamar dentro da própria Mercedes. O campeonato o colocou na lista de pilotos campeões da equipe ao lado de Lewis Hamilton, Nico Rosberg e Juan Manuel Fangio, segundo o contexto citado pela publicação.
Antonelli amplia peso esportivo no mercado
O título também aumenta o peso de Antonelli em qualquer discussão de longo prazo sobre o mercado de pilotos. A combinação entre juventude, resultado imediato e nacionalidade italiana naturalmente alimenta projeções envolvendo a Ferrari, tema abordado por Schumacher ao comentar o próximo passo da carreira do novo campeão.
Entre os nomes ligados ao entorno dessa discussão estão Charles Leclerc, Lewis Hamilton, Oliver Bearman e Rafael Camara, todos citados no contexto da análise sobre o futuro de Antonelli. A publicação também menciona 2025 como o ano em que o italiano deve suceder Hamilton.