Sébastien Ogier, campeão mundial, resumiu a avaliação sobre o traçado ao dizer: “Sinceramente, em termos de pilotagem, é um rali bonito”. Oliver Solberg foi na mesma linha e destacou o pacote esportivo da etapa: “Tem tudo o que você pode pedir de um rali, e ainda traz um grande desafio”.
Especiais variadas aumentam a exigência para pilotos e equipes
Um dos pontos citados pelos competidores é a variedade das especiais ao longo dos diferentes dias de disputa. Essa mudança de características dentro do mesmo evento eleva a exigência de adaptação e aparece como parte do apelo esportivo da prova.
Adrien Fourmaux, da Hyundai, chamou atenção justamente para esse aspecto ao afirmar que o Rally Chile “exige muito pilotando nas especiais”. Solberg também associou a etapa a esse nível de dificuldade, tratando o evento como um rali completo dentro do campeonato.
Jon Armstrong foi outro a defender a permanência da prova e resumiu sua impressão de forma direta: “Gostei muito de estar aqui. Acho que deveria voltar”.
Etapa voltou em 2023 e passou a formar rodada dupla com o Paraguai
O Rally Chile estreou no WRC em 2019, quando fazia parte de uma rodada dupla com o Rally Argentina. A edição de 2020 foi cancelada por causa de instabilidade política e social, e o retorno só aconteceu em setembro de 2023, após complicações ligadas ao coronavírus.
Desde 2025, a prova passou a formar uma rodada dupla com o Paraguai. Mesmo sem confirmação no calendário de 2027, a etapa tem recebido respaldo dos pilotos também pelo ambiente criado nas especiais.
Takamoto Katsuta citou diretamente a resposta do público ao defender a continuidade do evento: “Esse é o tipo de rali que deveria continuar, porque muitos fãs estão esperando”. Além da pilotagem, a presença dos torcedores foi colocada pelos competidores como uma das marcas da etapa chilena.