Hamilton havia feito sua primeira parada na volta 18 para colocar pneus macios e, mais tarde, optou por não ir aos boxes durante o período de safety car virtual. Antes disso, a Ferrari também havia instruído o piloto a ceder a segunda posição para Charles Leclerc.
A escolha de permanecer na pista custou posições: Kimi Antonelli, Lando Norris e Oscar Piastri passaram Hamilton, que caiu para sexto. Depois da corrida, o próprio piloto admitiu responsabilidade pela falha na estratégia.
Comentário aponta informação inadequada no rádio
Palmer, comentarista da F1TV e da Channel 4, foi direto ao avaliar a troca de mensagens da Ferrari com Hamilton. “Eu odeio isso, isso é muito difícil para o piloto”, afirmou.
Em outra análise, Palmer disse que a equipe passou uma referência errada sobre o ritmo dos adversários: “Eles deram ao Lewis a informação errada, o ritmo de todo mundo naquele momento”.
Durante a corrida, Hamilton chegou a questionar seu engenheiro, Carlo Santi, sobre os tempos dos outros pilotos, em meio à definição da estratégia.
Pneus macios também entraram na conta da decisão
Além da comunicação no rádio, a condição dos pneus também pesou na discussão sobre a escolha da Ferrari. Toto Wolff considerou a situação de Hamilton “indefensável” com os pneus macios, numa referência à dificuldade de sustentar o ritmo e se proteger dos carros que vinham atrás.
O safety car virtual abriu a janela para uma parada potencialmente vantajosa, mas Hamilton permaneceu na pista e perdeu terreno na relargada do ritmo de corrida. A sequência terminou com a queda para sexto lugar depois das ultrapassagens de Antonelli, Norris e Piastri.
































