Depois da prova, o próprio Norris assumiu o erro. “Eu nunca deveria ter tentado aquilo em primeiro lugar”, afirmou o piloto. A reação da equipe também foi direta: Andrea Stella classificou o lance como “inaceitável”, enquanto Zak Brown confirmou uma conversa em tom firme com os pilotos. “Aquilo foi um ‘não façam isso de novo’, e nós não dissemos por favor”, declarou o CEO da McLaren.
Brundle aponta cobrança forte da direção da equipe
Martin Brundle, comentarista da Sky Sports F1, avaliou que Norris recebeu uma reprimenda pesada internamente depois do episódio. “Imagino que Zak e Andrea tenham dado uma bronca enorme nele”, disse Brundle ao comentar a resposta da chefia da McLaren.
O acidente ganhou peso ainda maior pelo momento esportivo da equipe. Após a corrida, a McLaren está 105 pontos atrás da Ferrari, com 258 ainda em disputa. Ao mesmo tempo, a Red Bull reduziu a diferença nas provas mais recentes e agora aparece a sete pontos.
Toque entre companheiros agrava cenário no campeonato
Embora Norris tenha terminado o GP em quarto lugar, o prejuízo da Sprint ampliou o dano para a McLaren na reta final da temporada. A equipe corre o risco de se tornar a primeira campeã de construtores a encerrar o ano fora do top 3 desde a Ferrari em 2009.
Além do impacto imediato na pontuação, o episódio também aumenta a preocupação com custos e com o desenvolvimento do carro de 2027. O toque entre os dois carros ocorre em um momento em que a gestão de recursos passa a ter peso direto tanto na recuperação esportiva quanto no planejamento técnico da equipe.
































