A indefinição vem depois de um ano em que Paddon entregou a melhor contribuição de pontos por largada entre os pilotos que passaram por esse carro. O resultado mais marcante foi o segundo lugar no Paraguai, construído com uma condução baseada em gestão cuidadosa do rali.
Resultado no Paraguai mantém Paddon na disputa por espaço
Mesmo sem novas confirmações no calendário, Paddon segue como nome presente na conversa sobre o futuro da Hyundai. O próprio piloto tratou o momento sem cravar qualquer próximo passo. “Eu nunca desisti”, afirmou.
Paddon também reconheceu o perfil com que tem tentado se manter competitivo no campeonato. “Eu sei que não sou mais nenhum garoto e talvez não seja o piloto mais rápido por aí”, disse. Sobre a sequência da carreira, foi direto: “Não faço ideia do que o futuro reserva.”
O desempenho no Paraguai ajuda a explicar por que o nome continua em pauta dentro da rotação de pilotos da Hyundai. A segunda colocação veio com uma abordagem de controle de prova, sem depender apenas de velocidade pura em trechos isolados.
Hyundai cita interesse para 2027 e destaca leitura de prova
Andrew Wheatley, diretor esportivo da Hyundai no WRC, indicou que a equipe quer se posicionar para uma eventual continuidade de Paddon em 2027. “Obviamente, queremos tentar garantir que estejamos na frente nisso”, declarou ao falar sobre uma possível assinatura do piloto para a próxima temporada.
Wheatley apontou como principal diferencial de Paddon a leitura ampla de uma prova de rali. “A grande habilidade do Hayden é a capacidade de enxergar o rali em 360 graus”, disse o dirigente da Hyundai.
Enquanto a equipe não define o terceiro piloto para as duas últimas etapas do ano, Paddon mantém também a própria estrutura em atividade fora do programa parcial na fabricante. Ele toca seu projeto de rali por meio da Paddon Rallysport Group, a PRG, na Nova Zelândia.