Hexacampeão da Indy, Dixon decidiu não renovar com a Ganassi para assumir o novo desafio na McLaren. Além do currículo, ele é tratado como peça importante em termos técnicos dentro da reestruturação. Zak Brown, CEO da McLaren, resumiu a aposta nos reforços como a chegada de “experiência e inteligência técnica ao projeto papaia”.
Dixon amplia peso técnico de uma mudança que atinge rival direta
A contratação de Dixon não mexe apenas na escalação da McLaren. Ela também atinge diretamente a Ganassi, equipe da qual o piloto optou por sair. Dentro da McLaren, o entendimento é que a experiência acumulada pelo veterano pode ter influência no desenvolvimento do carro ao longo da temporada.
O movimento se encaixa em um plano mais amplo de fortalecimento esportivo. Brown já havia colocado a rivalidade com a Ganassi no centro da disputa, e a saída de Dixon da estrutura rival virou um dos marcos dessa reformulação para 2027.
Rosenqvist assume vaga de Siegel após vitória na Indy 500
Felix Rosenqvist ocupará a vaga de Nolan Siegel. Ele chega credenciado pela vitória nas 500 Milhas de Indianápolis de 2026, resultado de peso para uma McLaren que não vence a prova desde 1976.
A escolha por Rosenqvist amplia a guinada da equipe em direção a nomes já consolidados. Com O’Ward mantido e a dupla de estreantes formada por Dixon e Rosenqvist, a McLaren muda o perfil do seu time para 2027 ao abrir mão de dois pilotos que estavam em momentos bem diferentes dentro da categoria.
Lundgaard sai após melhor temporada da carreira e expõe atritos internos
A saída de Lundgaard chama atenção porque aconteceu depois da melhor temporada de sua carreira, com duas vitórias e quatro pódios. Mesmo com esse desempenho, ele foi dispensado em meio a conflitos internos.
Ao falar sobre o ambiente da equipe, Lundgaard afirmou que “Pato recebia tratamento preferencial no time”. O’Ward respondeu de forma direta: “Christian falou besteira”.
A temporada 2027 da Indy começará com o GP de São Petersburgo, programado entre 5 e 7 de março.