Norris afirmou que a resposta só virá com o carro em ação no fim de semana. “Estou otimista. Mas primeiro precisamos ir para a pista e ver o quanto a situação melhorou”, disse o piloto antes do Treino Livre 1.
Falha está no sistema de combustível do MCL40
Embora a McLaren use unidade de potência fornecida pela Mercedes, o sistema de combustível do MCL40 é uma área sob responsabilidade da própria equipe. Foi justamente nesse conjunto que a McLaren concentrou os ajustes feitos antes da etapa de Singapura.
O problema vinha afetando o desempenho de Norris e se arrastou por mais de um fim de semana. “Foram dois fins de semana frustrantes tentando descobrir qual era o problema”, afirmou o piloto, ao comentar a dificuldade para identificar a origem da perda de velocidade.
A cautela da equipe também passa por esse histórico recente: mesmo com as mudanças realizadas, ainda não há confirmação de que a falha foi eliminada, e a checagem prática ficou para o início das atividades em Singapura.
Características de Singapura podem reduzir o peso da perda de potência
Além das alterações no carro, a McLaren chega a uma pista cujo perfil pode amenizar o impacto de eventuais limitações. Singapura é considerada uma das etapas menos sensíveis à potência no calendário da Fórmula 1, o que reduz a importância das retas em comparação com outros circuitos.
Norris citou esse ponto ao falar sobre a expectativa para o fim de semana. “Também é um circuito em que as retas não são a maior prioridade”, afirmou.
O contexto técnico e esportivo da equipe ajuda a explicar a atenção sobre o carro de Norris na abertura da programação. Em Sepang, a McLaren apareceu como a quarta equipe mais rápida, enquanto ainda buscava entender os efeitos do defeito que havia surgido no Bahrein.