O ranking coloca Sepang como a pista mais larga do ano, com 16,0 metros de média. Logo atrás aparece o Circuito das Américas, com 15,0 metros, enquanto Silverstone, Spa Francorchamps, Yas Marina e Xangai dividem a faixa de 14,5 metros.
Na sequência, Miami, Las Vegas, Monza, Hermanos Rodriguez e Losail aparecem com 14,0 metros. Madring e Jeddah vêm no grupo seguinte, com 13,5 metros, à frente de Interlagos e Red Bull Ring, ambos com 13,0 metros, e de Albert Park, Montreal e Hungaroring, com 12,5 metros.
Mônaco e Baku formam a ponta mais estreita da lista
Na outra extremidade do levantamento, Mônaco surge como o circuito mais estreito da temporada 2026, com largura média de 8,5 metros. Baku aparece depois, com 10,5 metros, seguido por Marina Bay, com 11,0 metros, e por Zandvoort e Suzuka, ambos com 11,5 metros.
Além da média geral mais apertada, Baku também concentra um dos pontos mais estreitos do calendário: a Curva do Castelo tem 7,6 metros de largura. Já o maior contraste citado no levantamento está no Circuito das Américas, onde a Curva 1 chega a cerca de 20 metros.
Faixas de largura mostram contrastes ao longo do calendário
O recorte de 2026 distribui os 23 circuitos em blocos bem definidos. No topo, só Sepang e o Circuito das Américas ficam acima de 15 metros de média. Um segundo grupo reúne quatro pistas com 14,5 metros, e um terceiro adiciona outras cinco com 14,0 metros.
No centro da lista, Madring divide posição com Jeddah e fica acima de pistas tradicionais do calendário como Interlagos, Suzuka, Baku e Mônaco. A diferença para a líder Sepang é de 2,5 metros na média, enquanto a vantagem sobre Mônaco é de 5,0 metros.
- 16,0 m: Sepang
- 15,0 m: Circuito das Américas
- 14,5 m: Silverstone, Spa Francorchamps, Yas Marina e Xangai
- 14,0 m: Miami, Las Vegas, Monza, Hermanos Rodriguez e Losail
- 13,5 m: Jeddah e Madring
- 13,0 m: Interlagos e Red Bull Ring
- 12,5 m: Albert Park, Montreal e Hungaroring
- 11,5 m: Zandvoort e Suzuka
- 11,0 m: Marina Bay
- 10,5 m: Baku
- 8,5 m: Mônaco