Segundo a ação, Gabehart deixou a Joe Gibbs Racing ao fim da temporada de 2025. Depois disso, a JGR passou a acusá-lo de quebra de contrato e de levar informações proprietárias da equipe. Em março de 2026, a Justiça expediu uma ordem de restrição temporária impedindo Gabehart de exercer funções semelhantes às que tinha na JGR.
Ordem judicial restringe estratégia, análise e reuniões
A determinação citada no processo proíbe Gabehart de preparar ou executar estratégias de carro e de corrida, supervisionar atividades de análise e participar de reuniões ligadas a essas funções. No novo pedido, a Joe Gibbs Racing afirma que essas restrições foram desrespeitadas ao longo da temporada.
No documento, a JGR pede que a Justiça determine que Gabehart e a Spire compareçam para explicar por que não deveriam ser punidos. Em trecho incluído na petição, a equipe solicita que o tribunal ordene que ambos “compareçam e expliquem por que não deveriam” sofrer sanções por desacato.
JGR questiona cargo de Gabehart na Spire
Um dos pontos centrais da acusação é o cargo de Gabehart na Spire. A equipe recebeu o título de Chief Motorsports Officer, e a Joe Gibbs Racing sustenta que essa nomenclatura é enganosa e tem permitido que ele atue de maneira incompatível com a ordem judicial.
O processo também cita que as atribuições de um diretor de competição envolvem estratégia de carro e de corrida, além da supervisão de análise e de processos de performance, justamente áreas cobertas pela restrição imposta pela Justiça.
Além das sanções por desacato civil, a Joe Gibbs Racing também busca o reembolso de custos e honorários relacionados a esse novo pedido judicial.