Na avaliação de Horner, o principal problema era a experiência limitada de Lawson no momento da promoção. “Ele era jovem e inexperiente, com apenas onze corridas de Fórmula 1 na bagagem”, escreveu.
Lawson havia disputado 11 corridas na categoria antes de assumir a vaga na Red Bull. A mudança aconteceu depois de a equipe procurar um nome para substituir Pérez no carro principal em 2025.
Red Bull descartou outros nomes antes de escolher Lawson
Antes de chegar a Lawson, a Red Bull avaliou outras possibilidades no mercado. Charles Leclerc e Fernando Alonso foram descartados como opções durante esse processo, segundo o relato de Horner na biografia.
Mesmo com esses nomes fora do radar, a equipe optou por promover um piloto com trajetória ainda curta na Fórmula 1. Ao comentar a decisão de forma direta no livro, Horner escreveu: “Na verdade, ele nunca deveria ter sido promovido em primeiro lugar.”
A declaração recoloca em discussão um movimento que, na prática, teve duração muito curta. Lawson iniciou a temporada 2025 no carro da Red Bull, mas permaneceu no posto por apenas duas corridas.
Troca com Tsunoda aconteceu após duas corridas
Depois dessas duas provas, a Red Bull fez uma nova mudança na formação e trocou Lawson por Yuki Tsunoda. A sequência relatada por Horner reúne três etapas: a busca por um substituto para Pérez, a promoção de Lawson com 11 corridas de experiência e a substituição do piloto logo no começo da temporada.
O próprio Horner relaciona a escolha inicial à falta de quilometragem de Lawson na categoria. Na biografia, ele trata a promoção como um erro de avaliação e a situa antes da troca feita com Tsunoda, que encerrou rapidamente a passagem de Lawson pela equipe principal.