O incidente começou quando Hocevar se envolveu em um acidente com Joey Logano e rodou na reta principal. Na sequência, 15 carros ficaram envolvidos na batida depois de Logano capotar. Hocevar parou na reta oposta com os quatro pneus vazios.
Guincho foi decisivo para manter o carro na mesma volta
Como as equipes não podem trabalhar nos carros durante bandeira vermelha, o fator crítico era fazer o carro voltar rapidamente aos boxes para estar em posição de receber os reparos assim que a prova fosse reiniciada. Foi aí que entrou o motorista do guincho, elogiado por Hocevar após a corrida.
“O motorista do guincho foi um baita MVP dessa situação”, disse Hocevar. Segundo o piloto, o próprio operador avisou que faria o possível para mantê-lo na prova: “Ele falou: ‘cara, vou te manter na corrida’”.
Nas comunicações da equipe, a reação foi imediata ao ritmo do resgate. “Ele está nos ajudando, está voando”, comentou o time de Hocevar. Em outro momento, a equipe resumiu: “Ele está cravando”.
Recuperação virou resultado importante após o grande acidente
Com o carro de volta aos boxes a tempo, a Spire Motorsports trocou os pneus e fez os reparos necessários antes da relargada. Hocevar então ganhou posições no sprint final de duas voltas e levou o carro número 77 ao sexto lugar.
O resultado teve peso ainda maior porque os carros que abandonaram por causa do acidente terminaram entre a 24ª e a 34ª posições. Depois da prova, Hocevar voltou a agradecer a ajuda recebida e afirmou que ainda queria descobrir quem era o motorista do guincho: “Eu preciso descobrir o nome desse cara do guincho”.