Na avaliação de Hadjar, o resultado ganha peso pelo comportamento atual do carro da Red Bull. “Acho que, se colocassem o Max na Ferrari, ele teria vencido a corrida com uma margem maior”, disse o piloto. Verstappen ganhou a prova com 7s335 de vantagem.
Hadjar aponta dificuldade de pilotagem no carro da Red Bull
Ao comentar o momento técnico da Red Bull, Hadjar disse que o modelo ainda não é simples de extrair no limite. “Acho que o carro ainda é muito difícil de pilotar”, afirmou.
A equipe levou ao Azerbaijão um pacote de atualizações com mudanças em áreas centrais do carro: assoalho, difusor e sidepods. Depois dessas alterações, Verstappen manteve o bom desempenho e emendou a pole e duas vitórias em Singapura, na Sprint e na corrida principal.
Hadjar relaciona esse cenário ao impacto individual de Verstappen no resultado. A leitura do piloto é que o rendimento do holandês se destaca mesmo com um carro que, na visão dele, ainda exige bastante de quem está ao volante.
Sequência de resultados de Hadjar inclui pódio e corrida de recuperação
Hadjar chega a essa análise depois de uma sequência consistente nas últimas etapas. Ele terminou em terceiro no Azerbaijão e em quinto na Malásia antes do fim de semana em Singapura.
Na etapa seguinte, o piloto precisou largar dos boxes e conseguiu se recuperar até a décima posição. A corrida terminou com Hadjar na zona de pontos depois de avançar desde a parte de trás do grid.
Além de Verstappen e Hadjar, o fim de semana em Singapura teve Charles Leclerc, George Russell, Kimi Antonelli e Lewis Hamilton entre os nomes citados no contexto da disputa.