Pela regra, entram nessa conta pilotos considerados estreantes, ou seja, competidores que disputaram no máximo um GP na carreira. Mesmo com a temporada já avançada, todas as equipes ainda têm ao menos parte dessa obrigação pendente.
Racing Bulls é a que mais avançou com Lindblad
A Racing Bulls é a equipe mais adiantada nesse processo. Lindblad foi escalado nos Treinos Livres da Austrália, da China e da Áustria, somando três participações em 2026.
Outras equipes também já começaram a cumprir a cota, mas ainda sem concluir a exigência. A Mercedes usou Frederik Vesti em Barcelona e na Hungria. A Ferrari fez o mesmo com Dino Beganovic em Barcelona e na Áustria. Na McLaren, Leonardo Fornaroli participou em Barcelona e na Hungria.
A Red Bull colocou Ayumu Iwasa em atividade em Barcelona e na Itália, enquanto a Alpine utilizou Paul Aron na Hungria e na Itália. A Haas escalou Ryo Hirakawa na Áustria e na Hungria, e a Williams recorreu a Luke Browning na Áustria e na Itália.
Audi, Aston Martin e Cadillac têm programação prevista
A Audi aparece com dois nomes em seu planejamento. Paul Aron participou de sessões em Barcelona e na Áustria, enquanto Freddie Slater está previsto para treinos no México e no Brasil. A Aston Martin já usou Jak Crawford no Japão, na Áustria e na Bélgica, e ainda tem outra participação programada para o México.
A Cadillac é outra que já desenhou um cronograma completo para atender a regra. Colton Herta participou em Barcelona, na Hungria e na Itália, e tem mais uma sessão prevista nos Estados Unidos.
As participações marcadas para México, Brasil e Estados Unidos ainda estão previstas para acontecer, o que mantém aberta a lista de equipes que podem completar a exigência regulamentar até o fim da temporada.