A lesão aconteceu durante um treino de boxe no intervalo do meio da temporada. A Red Bull informou que Hadjar vem apresentando evolução, mas a recomendação da equipe médica foi de que ele ficasse fora de mais um evento para dar sequência à recuperação. Em comunicado, a equipe confirmou: “Liam vai pilotar ao lado de Max no Grande Prêmio da Itália, em Monza”. O time também afirmou que “Isack continua mostrando um progresso encorajador depois da lesão no punho”.
Decisão saiu depois de nova avaliação médica
A definição foi tomada na quarta-feira à tarde. Inicialmente, a Red Bull havia decidido dar a Hadjar a chance de pilotar, mas a orientação médica acabou pesando na escolha final de mantê-lo fora da etapa.
O ponto central da decisão foi a recuperação segura do piloto. O prazo para o retorno segue indefinido, já que não houve confirmação sobre quando Hadjar estará liberado para voltar a competir.
Antes da lesão, Hadjar ocupava a oitava posição no Mundial de Pilotos. Laurent Mekies afirmou que o piloto vinha sendo o companheiro de equipe mais próximo de Max Verstappen em anos, em referência ao desempenho apresentado antes de ser afastado.
Lawson ganha sequência e Tsunoda permanece em atividade
Com a ausência mantida, Lawson recebe mais uma oportunidade na Red Bull. Na etapa passada, em Zandvoort, ele classificou o carro a apenas um décimo de Verstappen no treino que definiu o grid de largada.
A troca também abre espaço para Yuki Tsunoda ter outra chance de correr pela Racing Bulls. Ao mesmo tempo, a situação de Hadjar além desta temporada continua sem definição, já que a Red Bull ainda não confirmou a posição do piloto para 2027.