A proposta é que o chapéu não seja uma instalação temporária apenas para a etapa da F1. Bobby Epstein, presidente do COTA e responsável pela ideia, quer transformar a construção em um ponto turístico permanente, com permanência prevista ao longo de todo o ano.
Ao explicar a origem do projeto, Epstein disse que buscava uma atração ligada a algum tipo de recorde. “Achei que o circuito deveria ter uma atração turística com algum tipo de recorde do Guinness”, afirmou.
Projeto nasceu como alternativa a uma estrutura convencional
Segundo Epstein, o formato escolhido surgiu como substituição a uma montagem mais comum para a área de entretenimento. “Em vez de uma tenda convencional, por que não construir um chapéu de caubói de 75 pés?”, disse o presidente do COTA, em referência à medida usada no conceito original do projeto.
Além do porte da estrutura, o chapéu terá uso prático durante o evento por abrigar um bar em seu interior. A instalação ficará concentrada na Lone Star Land, espaço pensado para atividades de entretenimento dentro do circuito.
Recorde ainda depende de enquadramento do Guinness
A tentativa de entrar para o Guinness tem uma particularidade: atualmente, a entidade não possui uma categoria específica para o maior chapéu de caubói do mundo. Mesmo assim, a construção será vistoriada por um representante, etapa necessária para avaliar se a estrutura pode ser reconhecida de alguma forma.
Entre as referências já existentes para atrações desse tipo, uma escultura de bota de caubói em San Antonio tem 10,74 metros de altura. O chapéu planejado para o GP dos Estados Unidos, com cerca de 23 metros, supera com folga essa medida.
A intenção de Epstein é manter o chapéu como atração fixa do circuito depois do fim do evento, e não desmontá-lo após o fim de semana da Fórmula 1.