“Eu diria que Max é o mais próximo do Ayrton”, afirmou Fittipaldi. Na mesma avaliação, ele também colocou Verstappen no topo do grid atual: “Na minha opinião, o Max ainda é o melhor piloto hoje”.
Fittipaldi cita capacidade de extrair resultado acima do carro
Ao explicar por que vê semelhanças entre Verstappen e Senna, Fittipaldi destacou uma característica que atribui aos dois: a habilidade de levar o equipamento além do que se esperava. Esse ponto foi central na comparação feita pelo ex-piloto.
Como exemplo, ele lembrou uma das atuações marcantes de Senna antes dos títulos mundiais: o segundo lugar no GP de Mônaco com a Toleman. A referência foi usada para ilustrar justamente esse tipo de desempenho em que o piloto aparece acima da competitividade do carro disponível naquele momento.
Fittipaldi acompanhou a carreira de Senna e recorreu a essa lembrança ao traçar o paralelo com Verstappen, sem ampliar a comparação para outros aspectos históricos ou estatísticos. O foco da análise ficou na capacidade de pilotagem e na entrega de resultado em condições menos favoráveis.
Bicampeão também falou das diferenças entre gerações
Ao comentar a Fórmula 1 de épocas diferentes, Fittipaldi também chamou atenção para as mudanças nas condições de segurança entre o período em que correu e a categoria atual. Segundo ele, isso alterava diretamente a forma como o piloto precisava conduzir o carro e interpretar o comportamento do equipamento na pista.
“No meu tempo, você tinha que sentir muito fortemente o que o carro estava fazendo”, disse o bicampeão.
Na comparação entre gerações, Fittipaldi ainda mencionou a camaradagem entre os pilotos de sua época, além das diferenças de contexto em relação à Fórmula 1 atual.