Em comunicado, a entidade informou que “foi declarado risco de calor para as duas sessões”. O aviso foi emitido pelos comissários e se apoia no artigo B1.5.10 do Regulamento Esportivo da Fórmula 1.
O que muda com o alerta de calor extremo
Quando a FIA reconhece oficialmente o risco de calor extremo, os carros podem adotar sistema de resfriamento pessoal para os pilotos. Também existe a possibilidade de uso de lastro compensatório, dentro das condições previstas pelo regulamento.
A medida vale especificamente para a sprint e para a corrida principal, as duas atividades mais longas e exigentes do fim de semana. Em Marina Bay, o cenário previsto combina calor persistente e alta umidade, o que elevou o Índice de Calor acima do limite considerado pela entidade para ativar esse tipo de protocolo.
Previsão para Marina Bay também inclui risco elevado de tempestades
Além da questão térmica, a FIA também alertou para a instabilidade do tempo no fim de semana. Segundo a entidade, “a previsão aponta para um risco elevado de tempestades”.
O aviso meteorológico oficial indica chance de chuva em todos os dias do evento. Para sexta-feira, a previsão é de temperaturas entre 27 °C e 33 °C, com possibilidade de chuva entre 13% e 24%. No sábado, os termômetros devem variar de 27 °C a 30 °C, com chance de precipitação entre 40% e 51%. No domingo, a faixa prevista é de 27 °C a 31 °C, com probabilidade de chuva entre 36% e 52%.
A combinação de calor intenso e risco de tempestades coloca sob atenção atividades decisivas do cronograma. A instabilidade climática pode afetar diretamente a classificação e a corrida sprint, enquanto o alerta de calor já está formalmente confirmado para as duas provas em que o desgaste físico dos pilotos tende a ser maior.