Ao falar sobre o tema, Wolff foi direto: “Quem pensa isso não tem nada na cabeça”. Em outra referência ao tom das reações públicas, acrescentou: “Pelo que ouvi por aí, eu sou o Satanás”.
Wolff diz que a condução da disputa passa por integridade
Wolff afirmou que a forma de administrar a relação entre Antonelli e Russell tem como base a integridade. A declaração veio em meio ao aumento da atenção sobre o ambiente interno da Mercedes, já que a equipe reúne os dois primeiros colocados da Fórmula 1 em 2026.
“A integridade nesse aspecto é algo importante para mim”, disse o dirigente ao comentar a convivência entre os pilotos. A fala foi dada justamente no contexto das acusações de que Antonelli estaria recebendo algum tipo de vantagem dentro da estrutura da equipe.
O tema ganha ainda mais repercussão porque Wolff não é apenas o chefe da Mercedes. Antonelli também faz parte da academia de pilotos da equipe, ligação que aparece no centro das críticas feitas por torcedores nas redes.
Mercedes convive com disputa interna no topo da Fórmula 1
A discussão sobre favorecimento ocorre num momento em que a Mercedes administra uma briga direta entre companheiros de equipe pelo campeonato. Esse tipo de cenário costuma ampliar a pressão sobre decisões internas e sobre a percepção de equilíbrio entre os dois lados da garagem.
Como referência histórica, foi citada a rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost, uma das mais marcantes da Fórmula 1. Os dois dividiram a McLaren entre 1988 e 1989 e se tornaram um dos exemplos mais conhecidos de disputa interna em equipe grande.
No caso da Mercedes em 2026, o debate surge com Antonelli e Russell ocupando a ponta da categoria. Foi nesse contexto que Wolff escolheu responder publicamente às críticas e voltou a sustentar que a condução da dupla está apoiada no mesmo princípio: “A integridade nesse aspecto é algo importante para mim”.