Segundo a FIA, a falha fez com que o Modo Ultrapassagem não ficasse disponível quando a atividade foi reiniciada. O problema teve efeito direto no desempenho de parte dos carros, e vários pilotos relataram menos potência naquele momento decisivo da classificação.
Falha após bandeira vermelha afetou desempenho no SQ1
A explicação oficial da entidade foi objetiva ao tratar do que ocorreu no procedimento de reinício da sessão. Em nota, a FIA afirmou que “o erro em questão fez com que o Modo Ultrapassagem não estivesse disponível”.
Sainz disse que a questão não foi um caso isolado de rendimento do próprio carro em uma única volta, mas um problema de software com impacto esportivo. “Desta vez, houve outro problema de software com os carros”, afirmou o piloto, ao comentar a perda de potência relatada na pista.
O episódio aconteceu em um trecho curto da sessão, citado como de 27 segundos, e atingiu determinados carros na retomada do SQ1. A crítica de Sainz se concentrou no fato de a atividade ter prosseguido mesmo com a diferença de desempenho entre competidores.
Sainz faz autocrítica, mas cobra atitude da direção de prova
Embora tenha responsabilizado a falha pelo cenário da sessão, Sainz também reconheceu que sua tentativa final não foi boa. “Infelizmente, fizemos uma volta muito ruim”, declarou.
A principal queixa do piloto, porém, foi sobre a condução do caso pela FIA durante a classificação. “A FIA decidiu não agir diante de uma desigualdade esportiva”, disse Sainz, em referência à manutenção da sessão mesmo com relatos de menos potência em parte do grid.
A admissão oficial de erro pela FIA confirmou o problema técnico na retomada da classificação, e entre os pilotos citados no episódio também aparece Sergio Pérez, em uma sessão marcada pela confusão no uso do Modo Ultrapassagem e pelo impacto direto no SQ1.
































