Depois de dois anos na Indy NXT e do vice-campeonato em 2025, atrás de Dennis Hauger, Collet acertou com a A.J. Foyt para a temporada de 2026. O cenário parecia promissor porque a equipe mantinha parceria com a Penske e vinha embalada pelo bom desempenho de David Malukas, mas o resultado final ficou aquém.
Erros e problemas técnicos pesaram na campanha
Um dos episódios mais marcantes da temporada foi a desclassificação nas 500 Milhas de Indianápolis. No caso, o carro de Collet tinha uma peça não homologada no sistema de armazenamento de energia. A equipe ainda planejou a troca de motor após a corrida 1, em um fim de semana que acabou tendo impacto direto no resultado do brasileiro.
Além disso, Collet também perdeu uma boa oportunidade em St. Louis, onde teve o motor estourado e viu a corrida ser arruinada. Ao longo do ano, a combinação entre falhas operacionais e erros na pista custou pontos importantes.
Desempenho em ovais foi o ponto mais competitivo
Se a temporada ficou abaixo do esperado no balanço geral, os ovais apareceram como a área de maior competitividade para Collet. Foi justamente nesse tipo de pista que ele mostrou seus melhores momentos, incluindo um décimo lugar nas 500 Milhas de Indianápolis, resultado obtido na pista antes da desclassificação.
A permanência na Foyt é considerada improvável, enquanto a Juncos Hollinger aparece como uma possibilidade para 2027. Ainda assim, não há confirmação de contrato, e as conversas com a Meyer Shank não avançaram.
Mesmo sem plano alternativo definido, Collet indicou qual é sua prioridade para a sequência da carreira. “Não trabalho com um plano B; meu objetivo é continuar na Indy em 2027”, afirmou.