Os contatos ocorreram em momentos diferentes: com a Mercedes, em 2025, e com a McLaren, em 2026. Mesmo com essas conversas, Verstappen optou por seguir na equipe atual, que ele trata como uma segunda família.
“Senti que ficar era a escolha certa para mim”, afirmou Verstappen. Em outra explicação sobre a renovação, resumiu: “Você precisa seguir o seu coração”.
Desempenho do carro entrou na conta da renovação
Verstappen também vinculou a decisão ao lado esportivo. Segundo ele, a competitividade do carro teve peso no processo antes da assinatura do novo acordo com a Red Bull.
“Quanto mais rápido o carro anda, mais fácil fica a decisão”, disse o piloto. A declaração coloca o desempenho do equipamento como um dos fatores práticos da negociação, ao lado do vínculo já construído com a equipe.
Além da situação imediata na pista, Verstappen citou projetos com a Red Bull para 2027. Ele não detalhou esses planos, mas indicou que o horizonte de médio prazo foi considerado na definição do novo compromisso até 2030.
Mudança de equipe não era tratada como prioridade
Ao falar sobre o período em que manteve conversas com outras equipes, Verstappen afirmou que não vivia um cenário de pressão para deixar a Red Bull nem tratava uma saída como necessidade urgente. A renovação foi fechada sem, nas palavras do próprio piloto, estresse para buscar alternativas.
Ele também apresentou a permanência como um desafio diferente dentro da própria estrutura em que já está inserido. “É um outro tipo de desafio”, afirmou, ao comparar a possibilidade de reconstruir e seguir com a Red Bull com a opção de procurar outro time no grid.
A confirmação das conversas com Mercedes e McLaren esclarece que houve movimentação antes do novo contrato, mas a escolha final foi pela continuidade. Verstappen disse que a combinação entre ambiente na equipe, desempenho do carro e projetos já previstos pesou para mantê-lo na Red Bull até 2030.