“Infelizmente, ainda estamos com falta de velocidade, e sabemos que isso não vai mudar neste ano”, disse Bortoleto.
Audi tenta compensar nas curvas e com vácuo
Sem expectativa de resolver a perda de velocidade ao longo desta temporada, Bortoleto explicou qual tem sido o caminho da equipe nas sessões de classificação. Segundo ele, a tentativa é recuperar parte do tempo nas curvas e aproveitar situações de pista que possam ajudar na volta rápida.
“Precisamos fazer a diferença nas curvas e, ao mesmo tempo, tentar pegar um vácuo”, afirmou o piloto.
A avaliação do brasileiro indica uma combinação de fatores para amenizar o problema. Na prática, a Audi tenta encontrar desempenho em trechos em que o carro possa compensar a desvantagem de velocidade, enquanto também depende de condições favoráveis na pista para melhorar o resultado em voltas lançadas.
Na Fórmula 1, velocidade e desempenho em curvas têm peso direto no tempo de volta, e a limitação em reta obriga equipes a buscarem rendimento em outros pontos do traçado. Foi esse cenário que Bortoleto descreveu ao comentar as dificuldades enfrentadas pela Audi após a classificação.
Bortoleto cita trabalho da Audi na unidade de potência
Embora tenha admitido que o problema não deve ser revertido em 2026, Bortoleto ressaltou o trabalho feito internamente pela Audi para desenvolver a unidade de potência. A estrutura de Neuburg, na Alemanha, é a responsável por essa parte do projeto.
“Nossa fábrica, na Alemanha, em Neuburg, tem trabalhado muito para nos dar o melhor motor”, declarou.
O piloto também indicou que, no cenário atual, a equipe trata a limitação como uma condição com a qual precisa lidar ao longo do campeonato. “Neste momento, precisamos conviver com essa situação”, afirmou Bortoleto.