“A McLaren teve algumas situações ao longo do ano em que não maximizou seus pontos”, disse Collins. Em seguida, ela resumiu o impacto da troca temporária de piloto na Red Bull: “Se o Hadjar não tivesse perdido três corridas, a Red Bull estaria à frente da McLaren.”
Reação da Red Bull apertou a disputa
O cenário ficou mais sensível para a McLaren nas corridas mais recentes. Max Verstappen venceu as duas últimas provas, enquanto a Red Bull conseguiu corrigir problemas do RB22 e melhorar a estabilidade traseira do carro, um ponto técnico citado no momento de recuperação da equipe.
Ao mesmo tempo, o aproveitamento da McLaren também passou a ser questionado após perdas em etapas como Baku e Malásia, com o MCL40 no centro das cobranças sobre resultados que não foram convertidos em tantos pontos quanto a equipe poderia ter somado.
Hadjar voltou pontuando forte; Lawson somou 14 pontos
Depois de se recuperar da lesão, Hadjar voltou marcando pontos importantes para a Red Bull. No retorno, terminou em terceiro em Baku. Na sequência, ficou em quinto em Sepang e em décimo em Singapura, resultados que ajudaram a recolocar a equipe com mais força na disputa direta com a McLaren.
Durante a ausência de Hadjar, Lawson marcou 14 pontos como substituto. Os melhores resultados dele foram um sétimo lugar em Zandvoort e um sexto em Madri. Alex Brundle fez uma avaliação crítica da passagem do piloto pelo time: “A participação do Lawson na Red Bull me decepcionou.”
A sequência recente da Red Bull também inclui sete presenças de Verstappen no pódio nas últimas oito corridas, além das vitórias consecutivas mais recentes, enquanto Hadjar passou a contribuir de novo no segundo carro depois de retornar da lesão.