Antonelli afirmou que a punição não muda sua expectativa de lutar por um bom resultado na etapa. “Acho que ainda vou ter a chance de fazer uma ótima corrida”, disse o piloto ao comentar a perda de posições no grid de largada.
Mercedes considera Monza o melhor cenário para pagar a punição
A avaliação da equipe é que Monza reúne as características mais adequadas para absorver esse tipo de penalidade ao longo da temporada. Entre os fatores levados em conta estão as possibilidades de ultrapassagem no circuito, que podem ajudar Antonelli a avançar mesmo saindo da parte de trás do grid.
Toto Wolff, chefe da Mercedes e responsável pela estratégia da equipe, afirmou que a decisão foi baseada em projeções internas. “Simulações e cálculos indicam que as características do circuito fazem dessa a escolha mais lógica”, afirmou.
Por essa leitura, a troca da unidade de potência não é tratada pela Mercedes como um grande problema para a campanha de Antonelli no campeonato. A ideia é limitar a perda esportiva em uma pista na qual a equipe acredita haver margem maior para reagir durante a prova.
Vantagem no campeonato reduz o impacto imediato
O momento de Antonelli na temporada também ajuda a explicar a opção da Mercedes por cumprir a penalidade agora. Depois do GP da Holanda, ele abriu 59 pontos de vantagem sobre George Russell, o que dá à equipe um cenário mais confortável para administrar a punição em Monza.
Antonelli chega ao fim de semana na Itália após terminar o GP da Holanda na segunda posição, atrás de Lando Norris. O resultado anterior reforça o contexto em que a Mercedes decidiu fazer a troca da unidade de potência e concentrar a punição em uma etapa vista internamente como a mais favorável para esse tipo de perda no grid.