Pierre Gasly terminou o Treino Livre 1 em 15º e o Treino Livre 2 em 12º. Franco Colapinto foi 17º no TL1 e 15º no TL2. Apesar das posições discretas, a leitura interna foi mais positiva para o trabalho de corrida do que para a tabela de tempos.
Gasly resumiu o dia de forma direta: “Não parece ter sido o melhor dia para nós”. Ao mesmo tempo, o piloto destacou um ponto que a Alpine considerou encorajador: “Nosso ritmo com bastante combustível no TL2 foi melhor”.
Equipe concentrou trabalho em long runs e no comportamento do carro
A programação da Alpine teve como prioridade entender o carro em stints mais longos, com atenção especial ao comportamento sobre as ondulações do traçado. Esse era um dos pontos de trabalho da equipe para a sexta-feira, e a resposta em condição de corrida foi vista como um sinal melhor do que o mostrado em simulações de classificação.
Steve Nielsen também apontou a mesma direção na avaliação do dia. Segundo ele, “com bastante combustível parecemos mais fortes”, reforçando a leitura de que o pacote funcionou melhor em ritmo de prova.
Colapinto seguiu plano diferente por causa de punição no grid
O lado da garagem de Colapinto teve uma programação diferente por causa da punição que ele já carrega para o grid de largada após a troca da unidade eletrônica de controle. Com isso, a Alpine direcionou o trabalho do piloto de forma mais voltada à preparação para a corrida.
Colapinto afirmou que a decisão foi tomada com foco no melhor cenário possível dentro da penalização: “Tomamos a decisão sensata de nos colocar na posição mais forte possível”. O resultado foi uma sexta-feira menos voltada à busca por uma volta única e mais concentrada em coleta de dados para a prova.