Gasly levou a Alpine ao Q3 e fechou a classificação em nono. Gabriel Bortoleto também avançou ao Q3, em um resultado que manteve a equipe com os dois carros entre os dez melhores da sessão decisiva. No caso de Gasly, a escolha foi clara: usar dois jogos usados de macios e abrir mão de um ataque final com pneus novos para ter mais opções no domingo.
“Sabíamos que o nono lugar provavelmente era o melhor que realisticamente poderíamos fazer”, afirmou Gasly. Segundo o piloto, o carro tem sido “confortável” e com ritmo suficiente para aparecer no Q3 com regularidade nas últimas etapas.
Escolha na classificação foi feita para a corrida
A Alpine tratou a sessão como parte da preparação para a prova, inclusive com foco em rodar com mais combustível. A equipe espera transformar o jogo novo de pneus preservado em vantagem estratégica ao longo da corrida, especialmente em um cenário em que a diferença para os times da frente segue considerada grande.
Steve Nielsen, chefe da equipe Alpine, explicou que a formação do grid não foi definida por uma tentativa de maximizar apenas uma volta rápida. “Tivemos a opção de ele rebocar Pierre, mas percebemos que o ganho de desempenho era relativamente baixo”, disse o dirigente, ao detalhar por que Colapinto não foi usado para dar vácuo ao companheiro.
Colapinto larga em 21º
Colapinto vai partir em 21º, posição já determinada com a penalidade aplicada ao grid. A Alpine descartou usar o argentino em uma estratégia específica de classificação para favorecer Gasly e manteve o foco na preparação do carro para a corrida.
Nielsen resumiu a meta da equipe para a prova: “O objetivo é marcar o máximo de pontos possível e terminar à frente dos rivais no campeonato.”