A etapa era cercada por expectativa na Aston Martin por causa do pacote de atualização da unidade de potência. O trabalho seguiu a linha dos desenvolvimentos apresentados pela equipe no GP da Hungria, antes das férias de verão, mas a resposta inicial em pista foi limitada.
Sprint expôs as dificuldades da Aston Martin
Na prova curta, Lance Stroll terminou em 17º e Alonso foi apenas o 18º, sem ameaça real à zona de pontuação. O contraste com a corrida principal fez o nono lugar de Alonso ganhar ainda mais peso no balanço da equipe no fim de semana.
Gunther Steiner, diretor da Haas e participante do programa The Red Flags, resumiu o efeito do resultado do espanhol ao afirmar: “Isso salvou eles”. A referência foi direta ao desempenho de Alonso, único piloto da Aston Martin a converter a corrida em pontos.
Atualização da unidade de potência não mudou o cenário de imediato
A Aston Martin chegou à etapa com atenção voltada ao novo pacote técnico, especialmente pela expectativa criada em torno da atualização da unidade de potência. Ainda assim, os resultados do fim de semana indicaram que a equipe não teve um salto imediato de desempenho em todas as sessões.
Steiner também adotou cautela ao comentar a leitura sobre uma possível recuperação da Aston Martin. Segundo ele, “acho que exageramos um pouco na reação ao ressurgimento deles”. A avaliação combina com o roteiro do fim de semana: desempenho discreto na Sprint e recuperação suficiente apenas com Alonso na corrida principal.
O resultado em nono lugar colocou Alonso como responsável sozinho pela pontuação da Aston Martin na etapa, enquanto Stroll ficou fora da zona de pontos em um fim de semana que começou com os dois carros nas últimas posições do pelotão na Sprint.