Na comparação com 2024, a receita subiu de US$ 839,8 milhões para US$ 841,5 milhões. O lucro líquido avançou de US$ 155,3 milhões para US$ 167,3 milhões, enquanto o lucro operacional passou de US$ 207,6 milhões para US$ 221,5 milhões. A distribuição aos acionistas também cresceu de US$ 132,9 milhões para US$ 166,1 milhões.
Os resultados foram registrados no balanço referente ao período encerrado em 31 de dezembro de 2025. Dentro da pista, a Mercedes terminou a temporada na segunda posição do campeonato de construtores.
Patrocínio e licenciamento responderam por mais de US$ 551,5 milhões
A maior fatia do faturamento veio da área comercial. Mais de US$ 551,5 milhões da receita da Mercedes foram gerados por patrocínios e licenciamento, em um ano em que a equipe trabalhou com 24 parceiros. Entre os novos acordos citados estão adidas, Meta AI e Nasdaq.
No relatório, os responsáveis pelo documento atribuíram o resultado ao “forte desempenho comercial, aliado a um controle rigoroso da base de custos”.
Além dos números de receita e lucro, a Mercedes também informou que cumpriu integralmente o regulamento financeiro de 2024 após auditoria da FIA, ponto que integra o quadro econômico da equipe no período.
Exposição na TV caiu durante a disputa pelo título
Mesmo com o crescimento financeiro, a Mercedes teve redução na participação da cobertura televisiva da Fórmula 1. A fatia da equipe caiu de 15,5% para 13,2%.
A queda foi atribuída à disputa pelo título da McLaren, que concentrou 24% da exposição nas transmissões. O dado aparece ao lado do desempenho comercial da Mercedes, que ainda assim registrou avanço de faturamento e de rentabilidade no ano.
McLaren faturou menos que a Mercedes, mas também cresceu em receita
Entre as principais rivais, a McLaren Racing registrou receita de US$ 782,1 milhões, acima dos US$ 648,9 milhões de 2024. Apesar disso, a equipe encerrou o ano com prejuízo de US$ 23,1 milhões e prejuízo operacional de US$ 56,9 milhões.