Segundo Bottas, a limitação apareceu muito cedo na prova. “Tive que começar a aliviar e deixar o carro rolar já na segunda volta”, disse o piloto da Cadillac. Depois da corrida, ele resumiu o comportamento do carro em Singapura: “A dirigibilidade estava realmente muito ruim hoje”.
O resultado ampliou o contraste entre os dois carros da equipe na corrida, com Bottas muito distante de Perez em um fim de semana em que o gerenciamento dos freios voltou a pesar no desempenho do MAC-26.
Problema já causou abandonos no MAC-26
O superaquecimento dos freios é um problema recorrente da Cadillac ao longo da temporada. A falha já provocou quatro abandonos e também atrapalhou o rendimento do carro em outras etapas, mesmo quando não levou Bottas a deixar a prova.
Na tentativa de corrigir a situação, a equipe introduziu atualizações na Hungria e no Azerbaijão. Bottas afirmou que a segunda intervenção representou um avanço importante no controle térmico do sistema, com redução de 100 °C na temperatura dos freios.
Mesmo com essa melhora, Singapura mostrou que a questão ainda não desapareceu por completo em condições mais severas. Bottas disse acreditar que “o problema está praticamente resolvido”, mas voltou a precisar de gerenciamento intenso durante a corrida.
Cadillac ainda busca entrar no top 10
A dificuldade em Singapura também teve impacto direto no objetivo esportivo da equipe para a reta final da temporada. Com Bottas sem conseguir manter o ritmo desde o início, a Cadillac perdeu a chance de aproveitar a etapa para reduzir a distância para a zona de pontuação.
A equipe ainda terá mais seis GPs para buscar um resultado entre os dez primeiros até o fim da temporada.
































