Mekies afirmou que a participação de Verstappen vai além da pilotagem e influencia diretamente o desenvolvimento técnico do carro. “A contribuição dele é enorme”, disse o diretor da Red Bull. Em outra avaliação, acrescentou: “É um impulso enorme para o desenvolvimento do chassi.”
A equipe destacou que a troca de informações com o piloto acontece de forma direta, inclusive nos momentos mais difíceis. “Fazemos isso de uma forma em que somos sempre muito diretos e transparentes”, afirmou Mekies ao comentar a comunicação interna.
Problema na direção foi detectado ainda na pré-temporada
Um dos casos citados ocorreu nos testes de pré-temporada em Barcelona, quando Verstappen apontou um problema na direção do RB22. A solução só foi implementada antes do GP de Miami, e Pierre Waché, diretor técnico da Red Bull, reconheceu que a correção demorou além do ideal. “A solução deveria ter chegado mais cedo”, declarou.
Além da questão na direção, Verstappen também relatou dificuldades na interação entre o chassi e a unidade de potência, problema mencionado durante o GP da Áustria. Segundo as informações divulgadas, o piloto vinha alertando a Red Bull havia algum tempo sobre a instabilidade do carro ao longo das sessões.
Atualizações em Baku melhoraram comportamento do carro
As mudanças introduzidas pela Red Bull em Baku melhoraram o comportamento do RB22, de acordo com a avaliação de Verstappen. A equipe trata esse tipo de retorno como uma base importante para ajustar o carro em diferentes áreas, especialmente nos pontos em que a resposta do conjunto varia ao longo do fim de semana.
Verstappen chega a esse cenário depois de vencer o GP de Singapura em 11 de outubro de 2026, enquanto segue como a principal referência da Red Bull no processo de detectar falhas e orientar correções no carro.