No momento da neutralização virtual, Hamilton estava com pneus macios e optou por não entrar nos boxes. Depois da corrida, o piloto reconheceu a culpa pela escolha, mas Vasseur sustentou que a instrução do muro havia sido diferente e incluiu os dois carros da Ferrari.
Chefe da Ferrari defende comunicação do muro
Ao tratar do episódio, Vasseur foi enfático ao dizer que a equipe transmitiu a orientação de forma direta. “A mensagem foi passada com muita clareza pelo rádio”, afirmou.
Em seguida, ele detalhou qual era o plano traçado pela Ferrari naquele momento da prova. “Chamamos os dois carros para os boxes”, disse Vasseur, ao explicar a reação da equipe durante o período de VSC.
A manifestação do dirigente respondeu às críticas surgidas depois da corrida sobre a condução estratégica da Ferrari. Ao comentar a decisão final de Hamilton de seguir na pista, Vasseur resumiu sua posição em defesa do muro: “Não culpem a equipe.”
Hamilton assumiu a responsabilidade após a corrida
O ponto central do episódio foi a escolha de Hamilton de não parar mesmo estando com pneus macios quando o VSC foi acionado. No pós-corrida, o próprio piloto assumiu a culpa pela estratégia adotada naquele momento.
Vasseur também revelou como foi a reação de Hamilton depois da prova. Segundo o chefe da Ferrari, o piloto reconheceu internamente o impacto da decisão sobre o resultado da equipe. “O piloto pediu desculpas por ter decepcionado a equipe”, afirmou.
Com a explicação pública de Vasseur, a Ferrari registrou sua versão sobre o lance que marcou a corrida em Singapura: a chamada para o pit stop foi feita para ambos os carros durante o VSC, mas Hamilton escolheu permanecer na pista com os pneus macios.
































