Verstappen segurou a ponta ao se defender por dentro na abordagem inicial, enquanto Leclerc largou com pneus macios e teve reação melhor quando as luzes se apagaram. O piloto da Ferrari terminou no pódio pela primeira vez desde a pausa de verão e somou seu quinto top-3 no ano.
Curva 1 definiu a melhor oportunidade de Leclerc
Leclerc afirmou que não teve tempo para pensar de forma diferente no momento da disputa. “Você não tem muito tempo para pensar nesses momentos”, disse. Em outra avaliação sobre a manobra, o piloto da Ferrari afirmou: “Eu teria feito exatamente a mesma coisa.”
Um dos fatores da largada foi a visibilidade dos pontos de frenagem na curva 1, posicionados no lado direito da pista. Como estava emparelhado com Verstappen, Leclerc não conseguia enxergar essas referências com clareza, enquanto o rival vinha pela linha normal do traçado, por fora.
Verstappen elogiou a forma como o duelo foi conduzido. “Ainda bem que ele é um piloto muito experiente e mantivemos tudo limpo”, afirmou.
Problemas de deployment e uso da bateria entraram na conta
Além do que aconteceu na primeira volta, a prova também teve influência de questões técnicas ligadas à unidade de potência. Verstappen relatou dificuldades nas voltas iniciais. “Tivemos algumas voltas com problemas de deployment”, disse o piloto da Red Bull.
Arvid Lindblad, da Racing Bulls, relatou uma situação parecida: “Eu também tive problemas com a unidade de potência, que estamos tentando preservar.”
Do lado da Ferrari, Leclerc reconheceu que a gestão da bateria pode ter pesado em sua corrida. “Eu sempre achei que era algo isolado, então na verdade eu não estava usando minha bateria”, afirmou. O monegasco também disse que sentiu ter perdido oportunidades nas primeiras voltas, embora sua segunda vitória na temporada tenha acabado fora de alcance.
































