A mudança mais relevante está na fixação e na distribuição de corda entre três elementos da asa dianteira. Na prática, a Mercedes redesenhou a peça para melhorar o fluxo de ar e a eficiência aerodinâmica. O conceito chamou atenção por seguir uma linha já vista na Ferrari.
O que mudou na nova asa da Mercedes
Além da nova asa dianteira, a Mercedes adaptou componentes associados ao conjunto para acomodar o desenho revisado. Entre os detalhes técnicos confirmados estão alterações na placa lateral e na parte inferior da extremidade da asa, além de um modo reto de dois elementos.
Kimi Antonelli, piloto da Mercedes, afirmou que a equipe ainda busca entender completamente o efeito da novidade. “Essa é a pergunta que vamos tentar responder”, disse. Em outra declaração, ele acrescentou: “Espero que a gente entenda melhor e finalmente consiga extrair o potencial do pacote”.
O cuidado da Mercedes faz parte de um cenário em que atualizações recentes não entregaram o resultado esperado em etapas anteriores, o que aumenta a importância da avaliação feita ao longo do fim de semana.
McLaren e Red Bull também mexem nos carros
A McLaren e a Red Bull também levaram novas peças para Singapura. No caso da McLaren, o foco foi o resfriamento do motor, com mudanças no duto de freio dianteiro. Já a Red Bull revisou as placas laterais e o flap para aumentar a carga aerodinâmica, além de ampliar a saída de ar para resfriamento.
A lista de mudanças reforça a busca das equipes por soluções específicas para o traçado de Singapura, que costuma exigir alto nível de carga aerodinâmica e controle térmico.
Histórico recente aumenta peso da avaliação da Mercedes
A Mercedes chega ao fim de semana ainda tentando transformar atualizações em ganho efetivo de performance. Na edição anterior da corrida, George Russell largou em sétimo e abandonou após uma falha na unidade de potência. No mesmo GP, Max Verstappen partiu da pole e terminou em segundo.