A principal dificuldade identificada pela McLaren foi a falta de velocidade em linha reta. Norris classificou esse déficit como “doloroso”, dizendo que ele custava “cerca de dois décimos por volta”. O piloto também afirmou que houve aprendizado nas últimas corridas, tanto do lado dele quanto da equipe.
McLaren tenta corrigir perda em reta após sequência difícil
Nas etapas mais recentes, Norris conseguiu apenas o quinto lugar no grid em Baku e em Sepang. Em Baku, ele se envolveu em um acidente com vários carros. Já em Sepang, no GP do Bahrein, terminou em nono lugar depois de um erro.
Ao falar sobre o momento da McLaren, Norris citou de forma direta os pontos que vêm afetando o desempenho. “Houve bastante aprendizados do meu lado e como equipe sobre o que aconteceu”, disse. Em seguida, detalhou: “Houve algumas óbvias, como a velocidade em linha reta e os problemas que venho tendo com o carro.”
Mesmo com a cautela, o piloto demonstrou confiança moderada para o fim de semana. “Singapura é uma pista que eu curto e temos sido bem competitivos aqui”, afirmou. Ainda assim, ponderou que a avaliação real só virá quando o carro entrar na pista: “Preciso primeiro ir para a pista e ver o quanto melhor está.”
Chuva é fator extra de preocupação para Norris
Além das limitações recentes do carro, Norris também apontou a condição da pista como um fator importante para a corrida. O piloto disse que prefere um GP sem chuva e resumiu sua escolha de forma direta: “Prefiro o seco. É simplesmente melhor.”
Segundo ele, circuitos de rua ficam ainda mais complicados em pista molhada. “Vai ser difícil. Circuitos de rua, todos são complicados quando chove”, afirmou. Norris também lembrou corridas anteriores em condições semelhantes ao comentar: “Lembra da corrida com pista molhada que fizemos lá?”
Em 2026, a McLaren já teve decisões de pneus erradas em dois momentos, em Montreal e no Bahrein. Na última corrida, Norris liderava entre os pilotos com pneus slick, em mais um episódio marcado por escolhas e condições variáveis.