Segundo Lawson, o problema foi identificado antes mesmo de ele deixar o grid. “Eu já sabia que estava sem rádio antes de sair”, afirmou. A pane aconteceu em um momento especialmente delicado, porque os carros de 2026 exigem procedimentos específicos repassados pela equipe por comunicação.
No meio da confusão da largada, o carro de Lawson não sofreu perda de potência, ao contrário do problema que atingiu outros competidores. Ainda assim, a ausência de rádio deixou dúvida sobre o que ele podia fazer no tráfego e nas ultrapassagens logo no início do procedimento.
Pane começou antes da volta de formação
Lawson relatou que a maior dificuldade foi atravessar os instantes iniciais da corrida sem confirmação da equipe sobre os procedimentos permitidos. “Eu não sabia se tinha permissão para ultrapassar ou não”, disse o piloto ao lembrar da desordem na volta de formação.
As condições climáticas atrasaram a largada, o que aumentou o cenário de incerteza naquele momento. Sem a comunicação por voz, Lawson precisou seguir a prova com menos informação justamente quando vários carros enfrentavam problemas na pista por causa da falha de software.
Pit board virou alternativa durante a corrida
Sem rádio, a equipe recorreu à pit board para repassar indicações ao longo da prova, dentro do que era possível sem contato direto com o piloto. Esse recurso passou a ser a principal forma de comunicação durante a corrida.
Lawson descreveu a experiência como uma das mais difíceis que já viveu no carro. “Foi muito estressante. Provavelmente foi a vez em que mais me senti sozinho”, afirmou.
Apesar da pane, o piloto conseguiu aproveitar o caos inicial para ganhar posições rapidamente. Depois de largar em P11 e aparecer em P4 na primeira volta, ele recebeu a bandeirada em sétimo. O resultado levou Lawson a 22 pontos no campeonato.
































