A FIA desenvolveu uma atualização de software durante a bandeira vermelha e a distribuiu às onze equipes. A correção eliminou a redução de potência e permitiu a retomada do procedimento de largada, mas o episódio gerou críticas imediatas dos pilotos no grid.
Falha apareceu em baixa velocidade e tirou resposta do acelerador
Os relatos dos pilotos apontaram que os carros simplesmente deixaram de responder como deveriam quando o sistema entrou na condição que causou o erro. Sergio Pérez, piloto da Cadillac, resumiu o comportamento do carro: “Você acelerava e nada acontecia”.
Na Haas, Oliver Bearman descreveu o susto ao perceber a perda de resposta do carro: “Fiquei assustado ao perceber que o pedal do acelerador tinha parado de funcionar”. Como o problema surgiu justamente no procedimento que antecede a largada, a direção de prova precisou interromper a sequência e acionar a bandeira vermelha.
Pilotos atacam dependência de sistemas eletrônicos
A pane também abriu espaço para críticas ao nível de complexidade eletrônica dos carros atuais. Lando Norris foi um dos mais duros nas declarações: “É simplesmente horrível. Isso só prova que não deveríamos ter nada disso, essa parte eletrônica”.
Oscar Piastri reagiu em tom de ironia ao ineditismo do caso: “Nunca vi uma corrida de F1 ser atrasada por um bug de sistema. Essa foi nova”. Fernando Alonso resumiu a insatisfação de forma direta: “Há tecnologia demais na F1”.
Max Verstappen também criticou o cenário criado antes da prova: “Não é isso que você quer para o esporte, né?”. Depois da atualização distribuída durante a paralisação, a falha que provocava a redução de potência deixou de aparecer nos carros.
































