Após a atividade, Bortoleto minimizou o contratempo mecânico. “Nada para se preocupar muito”, afirmou. A Audi também informou que a quebra não deve afetar o piloto nas próximas sessões do fim de semana.
O dia ainda teve um momento de irritação do brasileiro na pista, depois de uma manobra de Lewis Hamilton durante o treino. Pelo rádio, Bortoleto reclamou: “Que diabos esse cara está fazendo?”.
Audi elogia ritmo de corrida do brasileiro
Além dos tempos de volta, a sexta-feira trouxe uma avaliação positiva da equipe sobre o desempenho de Bortoleto em tandas longas. Allan McNish, chefe de equipe da Audi, destacou o rendimento do brasileiro nesse tipo de simulação e projetou uma prova exigente. “A corrida de domingo será longa”, disse.
O cenário técnico de Sepang ajuda a explicar por que o ritmo em long runs ganhou peso já no primeiro dia. O asfalto está mais abrasivo desde a última visita da Fórmula 1 ao circuito, em 2017, e as temperaturas elevadas aumentam a tendência de desgaste acentuado dos pneus ao longo das voltas.
Desgaste de pneus pode definir a corrida
A expectativa para domingo é de uma prova com degradação elevada e possibilidade de até três paradas. Nesse contexto, a gestão de pneus tende a ter papel central não só na disputa por posições, mas também na briga do pelotão intermediário.
Bortoleto chega a esse fim de semana em disputa direta por pontos com Arvid Lindblad e Franco Colapinto, o que aumenta o peso de um início consistente de atividades. Mesmo com a interrupção causada pela falha no carro, o brasileiro fechou a sexta dentro de um grupo próximo no meio do grid.
Na projeção para a prova, o próprio Bortoleto indicou esperar um cenário imprevisível, ao falar em uma “corrida maluca” no GP do Bahrein.
































