Ao falar sobre o mercado, Vesti indicou a Haas como o destino mais plausível para Câmara. Segundo ele, a equipe deve passar por uma mudança na formação atual. “Muito provavelmente haverá uma substituição na Haas”, disse o piloto reserva da Mercedes.
O cenário citado por Vesti envolve diretamente a ligação de Câmara com a Ferrari. O brasileiro faz parte do programa de jovens pilotos da marca italiana, disputou a Fórmula 2 e já teve contato com um carro de F1. Para o dinamarquês, esse conjunto ajuda a explicar por que o nome do brasileiro aparece ligado à equipe.
Ligação com a Ferrari coloca Câmara no mapa da Haas
A Haas utiliza motores Ferrari, e a conexão com Maranello já aparece também em sua dupla atual. Oliver Bearman, um dos titulares, integra a academia da Ferrari, enquanto a outra vaga é ocupada por Esteban Ocon. Nesse contexto, Vesti citou Câmara como um nome com encaixe natural caso haja alteração na equipe.
“Ele é um piloto da Ferrari, fez bons testes e está tendo um bom desempenho na Fórmula 2”, afirmou Vesti ao comentar a situação do brasileiro.
A avaliação do reserva da Mercedes não muda o status do mercado: a presença de Câmara entre os cotados não significa acordo encaminhado. O comentário, porém, coloca a Haas como a equipe mais diretamente associada ao brasileiro entre as vagas ainda indefinidas para 2027.
Mercado de 2027 pode ter espaço limitado
Vesti também indicou que a janela para novos nomes pode ser curta. Na leitura dele, a Fórmula 1 ainda tem lugares sem confirmação para 2027, mas a tendência é de poucas oportunidades reais. O dinamarquês afirmou acreditar que apenas um assento estará disponível.
Ao tratar da escolha de pilotos, Vesti lembrou que o mercado não é definido apenas pelo desempenho na pista. “Isso torna todo o funcionamento da F1 mais complicado do que a simples questão de saber quais pilotos agradam”, afirmou, ao citar fatores que influenciam as decisões das equipes.