Na etapa italiana, a Ferrari introduziu sua segunda atualização de unidade de potência dentro desse regulamento. Após a batida, a expectativa é que a unidade chamada de ADUO2 precise ser substituída, embora a equipe ainda não tenha fechado o diagnóstico.
Leclerc também tratou o cenário como uma possibilidade, sem cravar a troca. “Se conseguirmos salvá-la, ótimo. Se não, provavelmente virá uma punição em algum momento”, disse o piloto.
Ferrari ainda vai decidir momento da troca
Fred Vasseur, chefe da Ferrari e responsável direto pela operação de Leclerc, indicou que a equipe ainda avalia quando terá de cumprir uma eventual punição por motor. “Veremos quando teremos que sofrer uma punição de motor com o Charles”, afirmou.
Sem confirmar a troca para esta etapa, Vasseur apontou que o traçado do Azerbaijão aparece como uma opção administrável para absorver a perda no grid. “Baku deve ser bem adequada”, disse o dirigente.
O fator esportivo pesa nessa leitura porque o circuito favorece ultrapassagens, o que pode reduzir o prejuízo de uma largada mais para trás caso a Ferrari decida instalar um novo conjunto já neste fim de semana.
Histórico em Baku e disputa no campeonato entram na conta
Leclerc chega ao fim de semana com retrospecto forte na classificação no Azerbaijão: foram quatro poles consecutivas entre 2021 e 2024. Em corrida, seu melhor resultado no local foi o segundo lugar em 2024.
No campeonato, o piloto da Ferrari ocupa a sexta posição, 19 pontos atrás de Lando Norris, que é o quinto colocado. Lewis Hamilton aparece cinco pontos à frente de Leclerc, em quarto.
Leclerc não é o único nome ligado a possível punição no grid por motor nesta temporada. George Russell, da Mercedes, também enfrenta esse risco em 2026, enquanto Kimi Antonelli já cumpriu uma punição por unidade de potência no GP da Itália e venceu a corrida depois de largar em 19º.