A reclamação de Norris se concentrou no efeito direto do momento da neutralização sobre a estratégia. O safety car virtual mantém a corrida em andamento com redução de velocidade, e isso muda o custo de uma parada nos boxes para quem ainda precisa fazer o pit stop. No caso do britânico, a interrupção entrou pouco antes de sua ida aos boxes.
Pit stop após a 14ª volta custou posições ao piloto da McLaren
Além do momento desfavorável do safety car virtual, Norris também teve um pit stop lento de 7 segundos. A combinação entre o tempo perdido pela neutralização e a parada mais demorada tirou o piloto da disputa imediata pela ponta e o colocou na quinta posição quando retornou à pista.
Após a corrida, Norris afirmou que o episódio fugiu do alcance tanto dele quanto da equipe. “Isso estava fora do controle deles e do meu”, disse. Em seguida, resumiu a avaliação sobre o impacto na prova: “Eu fui o único que saiu prejudicado.”
Zak Brown, CEO da McLaren, também apontou o peso do episódio no resultado. Segundo ele, Norris perdeu mais de 20 segundos por causa do safety car virtual.
Norris pede revisão de uma regra que, segundo ele, decidiu a corrida
Ao comentar o desfecho da prova, Norris questionou o peso que esse tipo de situação pode ter no resultado final. “É uma regra que não deveria definir uma corrida”, afirmou.
O piloto reconheceu que esse tipo de circunstância pode beneficiar competidores diferentes em outras corridas, mas manteve a crítica ao formato atual. No GP da Espanha, o efeito foi imediato: ele saiu da liderança, caiu para quinto após a parada e cruzou a linha de chegada em terceiro.
Depois da etapa, Norris aparece no campeonato atrás de Kimi Antonelli, que lidera com 292 pontos e tem 106 de vantagem sobre o piloto da McLaren.
































